03 Jul: Organização de projetos finais de fotografia

Olá Moçada!

Como estamos vendo nesses últimos posts, o intuito aqui é manter você, aluno(a) de nossas oficinas, conectado(a) com o conteúdo oferecido em sala de aula. Como nos vemos apenas uma vez na semana, a gente pode esquecer das coisas. Por isso, tentamos fazer um registro mais fiel possível das aulas. Mas lembrem-se que vocês também podem contribuir com o blog mandando seus textos e imagens para o email: regnarcomunica@gmail.com

Na aula do dia 03 de Julho continuamos nosso bate papo sobre os projetos que cada um pensou em fazer individualmente.Muitos temas surgiram, muitas ideias bacanas que até extrapolam o que nós podemos fazer no curso, pois temos limites de tempo e equipamento, mas fica aqui registradas algumas ideias interessantes para não nos esquecermos delas e poder fazer posteriormente, quem sabe? Abaixo está o nosso brainstorm, mas em seguida vamos mostrar como nos organizaremos para a saída fotográfica respeitando o que cada um pensou.

O dia foi corrido! além de tudo isso que resolvemos, fizemos um passeio ótimo ao Instituto Moreira Salles.

A Ledy Silva (imagem a esquerda) quer fotografar as copas das árvores. Já a Tati Dias (imagem a direita) adora o efeito Panning que o movimento pode causar na imagem, ela quer fazer o mesmo com imagens da Rocinha.

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Leidy SIlva: “Olho muito para cima, por isso resolvi fotografar as copas das árvores. A idéia é ver a beleza olhando para o alto …algumas belezas para contemplar.

 

Tati Dias: "Acho interessante toda movimentação da Rocinha apesar de ficar um bocado irritada as vezes, queria tentar reproduzir uma Narrativa dessa movimentação através dessa técnica "Panning"

Tati Dias: “Acho interessante toda movimentação da Rocinha apesar de ficar um bocado irritada as vezes, queria tentar reproduzir uma Narrativa dessa movimentação através dessa técnica ‘Panning’. Tirei essa foto de um grupo que participo”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

o tema do meu trabalho seria esporte,como todo mundo ja sabe sou atleta e é com essa area que me identifico também na fotografia, a ideia era acompanhar treinos de alguns atletas no meu caso do boxe,muay thai ou qual quer outra arte marcial bem antes de uma competição e depois mas proximo da competição,pra mostrar como a/o atleta muda suas feições nesses dois periodos, quando eu trabalho como treinador eu acho isso muito interessante e gostaria de mostra isso pra outras pessoas.

Maycom: o tema do meu trabalho seria esporte, como todo mundo já sabe, sou atleta, e é com essa área que me identifico também na fotografia. A ideia era acompanhar treinos de alguns atletas, no meu caso do boxe, muay thai ou qual quer outra arte marcial bem antes de uma competição e depois mas próximo da competição, pra mostrar como a/o atleta muda suas feições nesses dois períodos, quando eu trabalho como treinador eu acho isso muito interessante e gostaria de mostra isso para outras pessoas.

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Marinho: gosto de paisagens marinhas. o gênero tem um vasto campo a ser explorado, diversidade de tons naturais de cores e a não preocupação com o direito de imagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais ideias:

Tainara Lima: “O tipo de foto que mais me interessa são fotos de studios, com cenários, fotos de moda , acho fascinante a forma das modelos quando estão fazendo um ensaio, também gosto muito de fotos expressivas com os olhos, acho que um olhar diz muito na fotógrafa, um olhar onde você imagine o que aquele personagem quer te passar. Vou convidar uma colega, tentar fazer um pequeno cenário, ou fazer uma make, fazer algo simples mais que fique bem transparente , quero focar bem nós olhos da minha modelo. Eu quero usar algum lugar claro, eu gosto de luzes claras acho que revela bastante um olhar. Bom, é mais ou menos isso que eu quero fazer.”

Bia Lima: “Bom, eu gosto de tirar foto de nuvens e árvores. E eu gosto porque as nuvens independente de fazer sol ou chuva, continuam belas. As árvores, eu gosto porque me passam um ar de tranquilidade”

Henrique Fonti: Minha preferência de fotografia é eventos, festas noturnas, etc. Gosto de registrar momentos únicos de pessoas… momentos que quase sempre são eternos que daqui a 10 anos vão olhar a foto e lembrar daquele momento.

Sidney: “Ao aceitar fazer parte da Oficina Regiões Narrativas não sabia bem o que encontrar. Meu projeto esta relacionado ao espaço construído na Região que pretendo narrar. Tenho interesse de descobrir se é possível demonstrar através de fotos, fotomontagem, comparações como poderia ser o ambiente na favela se houvesse a infra-estrutura eficiente. A Rocinha é o local ideal, porque conheço bem, porque sei mais ou menos aonde encontrar as edificações e regiões que pretendo fotografar, mas existe a possibilidade de trocar esse cenário pelo do Vidigal, devido aos investimentos que por lá tem sido feitos, a alta especulação imobiliária, questão a ser debatida com os coordenadores da oficina.

Esse projeto envolve somente o espaço construido, solitário, imovel, perene. Mas como na favela sempre acontece algo inusitado, há possibilidade de incluir personagens. O publico alvo são aqueles que projetam em favelas e toda uma gama de novos moradores que lá podem escolher se estabelecer. Hoje há um grande incentivo por parte do governo que se ocupe as favelas com uma classe média aculturada.

O contexto de inserção é social, econômico e administrativo, público, como o tema tá na moda é contexto geral. Minha experiência para enquadrar as cenas certas é que precisa estar em consonância com a dimensão do projeto.

Durante um ano fotografei edificações na Rocinha enquanto funcionário Light desempenhando um outro papel, que era de agente sócio ambiental.Sou arquiteto de profissão o que me leva a conhecer tecnicamente tais edificações. Além disso tenho experiência em favelas desde muito garoto, com 15 anos já frequentava constantemente. Hoje conheço praticamente todas as favelas da zona sul com bastante intimidade e mais uma centena de outras em diferentes localidades.”

Kelly: “Eu AMO fotografar o meu próprio gato! Então, meu tema será dedicado ao meu amado bichinho de estimação. Ironicamente quero mostrar que meu gato é um gato rs!”

André Luiz: “No caminho que Faço para chegar até a Rocinha praticamente a travesso a cidade do Rio de Janeiros. Saindo de Bonsucesso na zona norte atravessando o centro e a zona sul toda. E na na Vouga pra casa passando por parte da zona oeste na barra e voltando para Bonsucesso. Nesta viagem semanal vejo pela janela do ônibus e do trem além da maravilhosa paisagem da nossa cidade maravilhosa. Vejo em alguns lugares como na rua da quinta da boa vista o concreto ser transformado em telas de obras de arte . através do grafite alguns lugares da nossa cidade ganham um colorido a mais.E é esse lado  da cidade que eu gostaria de fotografar. Com lentes grande angulares para que capturemos as imagens da forma mais fiel o possível para que possamos passar exatamente a mensagem que o artista quis passar. Becos, ruelas, viadutos e avenidas sendo enxergadas como galerias de arte da marginalidade.foco em intervenções urbanas e grafit espalhados pela cidade do cidade do Rio de Janeiro, justificativa baseado no filme “cidade cinza”

Landa Araújo: “Mães. Depois que fui mãe, meu olhar em relação ao universo materno mudou completamente. O meu propósito com o trabalho final é de registrar vários gêneros de mães com seus filhos, ou em atividades que são dedicadas a eles, como lavar roupas da escola, organizar o uniforme, preparar a comida. O meu tema será “mães”. Objetivo transmitir o amor através do cotidiano vivido por elas, seja na Rocinha ou não. Meus personagens serão amigas próximas e pretendo também passear pela comunidade para fotografar ações cotidianas de mães que não conheço. Quero diversificar as mães fotografadas, com estilos e idades diferentes, também quero informar um pouco quem elas são, o que elas fazem através das fotografias. Pensei também em fotografar (a pensar)  mães com seus filhos “animais”, por exemplo, há mulheres que têm seus animais como filhos.Serão utilizadas em maior número fotos coloridas, mas o preto e branco terá o seu lugar. Quero utilizar planos médios e detalhados, como o olhar, os carinhos, mão na mão, tudo para identificar o amor materno.

Elisabete: Eu gosto de paisagens: praia a mata o pôr-do-sol.Gostaria de fotografar o entorno da Rocinha,mostrar que por mais que seja favela também tem o seu lado lindo e inspirador.

 

Bem, depois desse super brainstorming, percebemos que há temas parecidos, assim formaremos grupos com grandes temas que abarcam a maioria das ideias. Vamos lá, os grandes temas são: pessoas, paisagem natural, paisagem urbana, eventos sociais, técnicas fotográfica.No nosso grupo do facebook você encontrará a relação dos nomes que estão em cada um. Os grupos foram formados em sala de aula, todos escolheram o que queriam.

No próximo sábado (12) faremos nossa saída fotográfica, você está pronto(a)?

 

 

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